domingo, 23 de fevereiro de 2014

LUTA CONTRA A DENGUE E PELA PRESERVAÇÃO DA ÁGUA.



      A escola Moisés Ferreira Barreto desenvolveu essa semana um leque de atividades que visam despertar nos nossos alunos e consequentemente na comunidade escolar, a consciência da preservação da água e da luta contra o mosquito causador da dengue. As atividades apresentadas abaixo foram fruto da orientação da professora Hildene nas turmas do 8° e 9° anos.

Ô ô Mosquito!
Adaptação da música Mozão de Lucas Lucco.

Ô mosquito vamos fazer assim
Eu cuido da doença e você sai de mim,
Eu vou te esqueco e esqueça de mim.
Vamos fazer assim...

Oh, Oh, Oh,...

Sei lá vontade de te matar
Enganar você para nunca mais voltar
Vontade de cuidar pra sempre melhor,
Eu sei tô viajando
Mas o que custa me deixar
E nunca mais voltar.

Num piscar de olhos sai piscando 1,2, 3...
De repente dor nos olhos de uma vez.

Oh, Oh, Oh,...

Equipe: Márcia, Julyana, Ketytly e Gabrielly.


POEMAS

A DENGUE É UMA DOENÇA
QUE PODEMOS COMBATER
JUNTOS CONSEGUIREMOS
ESSE DESAFIO VENCER.

A DENGUE É PERIGOSA
E DÁ TRABALHO PARA VALER
ANDANDO, LEVANDO E INFORMANDO
PARA NINGUÉM ESQUECER.

A DENGUE É UAM DOENÇA
QUE TEMOS QUE EVITAR
VAMOS SAIR NAS RUAS
PARA NÃO DEIXAR A ÁGUA PARAR
SE TODOS COMBATEREM
ELA VAI SE ACABAR.

EQUIPE: DAVISON, ITALO, EDIVALDO, LUCAS E CLEUTON.





TEMA ÁGUA

ÁGUA É VIDA

Água é vida
Líquido precioso
Temos de cuidar
Pois ela dar vida a todos.

O rio da minha vida
Todos querem passar
Quando verem um pingo de água
Vão correndo para lá.

Água querida
Está tão poluída
Assim acabará
Como a nossa vida

Pode parecer estranho
Todo mundo está pegando
Mas uma hora nossa fonte
Estará secando.

Equipe: Bruno, Mateus, Felipe.
Professora: Hildene

ÁGUA MINHA VIDA
Adaptação da música Fada – Vitor e Leo.

Água, água querida,
Que possui minha vida
A água passou e não lembrou de voltar.

Vejo uma gota,
Uma luz a brilhar
Sinto o cheiro de chuva no ar
Eu espero o tempo que for
Volte água por favor.

Minha água limpa
Pura e cristalina
Água que sai das chuvas
E que cai da nuvem
E que molha a terra
E que sem ela
Ninguém pode viver
Por isso ninguém
Vai cansar de beber.

Equipe: Yara, Adriana, Renê, Antônio Carlos e Carlos Emanuel. 






sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Trabalhando com Amor!

ENCERRANDO UM CURUMIM, UM PAJÉ E A LENDO DO CEARÁ.


Eu sou indiozinho das matas
das matas do meu Ceará,
dos ventos que sopra da praia,
das palmeiras onde canta a jandaia.

É no folclore que eu vou tocar
eu vou tocar, eu vou dançar
dançando em roda ou bato o pé
eu bato o pé com a melodia
que eu toco no toré.


INICIANDO: DE FIO EM FIO A HISTÓRIA SE DESFIA

 A Tércia é uma aranha
das bandas do Ceará
Vive a vida cantando
mulher rendeira, mulher rendá
trabalhando toda noite
até o dia raiar.

A arte de fazer renda
torna a mulher faceira
para ser mulher rendeira
é preciso levar a sério 
pois não é brincadeira.


ANIVERSÁRIO DA ARANHA TÉRCIA






  Colaboração: Professora Érlucia Loiola

sábado, 28 de setembro de 2013

Boneco Neco e Maria Flor!



Construção do Boneco

 


Contação de História

Dramatização Feita Pelos Alunos



Educação Infantil, professora Hildene Coutinho.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

O Nordeste nas Canções de Luiz Gonzaga!


A vida de Luiz Gonzaga, rei do baião, contada em versos.


                                Erlúcia Loiola.

  
Quando Luiz Gonzaga Nasceu
Animou o sertão inteiro
Foi alegria para seus pais
Que eram típicos brasileiros
sua mãe agricultora e dona de casa
Seu pai agricultor e sanfoneiro

Luiz Gonzaga crescia
Pelos sertões nordestinos
Em 1930
Já não era mais menino
Então entrou no exército
Para cumprir seu destino

Andou por todo Brasil
Tocando sua sanfona
teve que passar o chapéu
Porém não tinha vergonha
Pois sentia de sua terra
Uma saudade medonha

Fez programa de rádio
sem ser reconhecido
Gravou música com amigos
como vaqueiro vestido
Mas sempre querendo voltar
pro lugar que tinha nascido

O sertanejo é um forte                         
Que trabalha com amor                      
Planta de tudo um pouco
E aproveita o sabor
só não gosta de ficar
devendo nenhum favor

quando havia inverno bom
Nem pensavam em ir pro sul
Felizes em sua terra
Ficava a mata verde o Céu azul
todos iam vender a safra
na feira de Caruaru

Luiz Gonzaga viveu
Andando pelo Brasil inteiro
Não importava se era lento
Ou então muito ligeiro
Mas tudo que ele queria
Era ver o gado leiteiro

Gostava de ver o gado
Ir para o roçado pastar
Achava lindo o vaqueiro
Tangendo-a aboiar
Lá de dentro a meninada
Corria pra vir olhar

Luiz Gonzaga cantava
As coisas do seu torrão
Os problemas da seca
Que assolava o sertão
Mas ele também cantava
As coisas do coração

A seca aterrorizava
A vida do agricultor
Que perdia tudo que tinha
Mas não perdia o valor
Partia para o sudeste
Fazendo grande clamor

Quanto maior o sofrimento
Mais aumentava sua fé
Rezava pedia a Deus
Ajoelhado ou em pé
Juntava toda família
Homem menino e mulher

O agricultor do nordeste
Nunca perde a lembrança
Entrega na mão de Deus
Em quem está sua esperança
E de lhe pedir a chuva
O homem nunca se cansa


                                              

















quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Poema Minha Escola!

Minha Escola!

Logo que amanhece
Pego lápis, caneta e cola
boto tudo na mochila
e sigo para minha escola.

Eu tenho uma colega
sabida e pequenina
sei que ela é bonita
por isso é a minha menina.

De manhã na minha escola
estuda muita criança
que além de aprender a ler
frequenta aula de dança.

Criança bem educada
é aquela que se comporta
ou vai ficar de castigo
em pé atrás da porta.
1°, 2° e 3° Anos.